RADIO WRC NATAL RN

terça-feira, 5 de maio de 2015

SANTO DO DIA
SANTO ÂNGELO

(Img. WEB)

Nasceu em Jerusalém em 1185, numa família de tradição judaica. Através de um sonho se converteu ao Cristianismo. Neste sonho, Nossa Senhora o visitou, dizendo que sua família receberia uma grande graça: o nascimento de uma nova criança, mesmo seus pais sendo de idade avançada.
E assim aconteceu. Ângelo percebeu o chamado de Deus, e recebeu junto com seu irmão recém-nascido, a graça do santo Batismo.
Santo Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitência. Quanto ao seu lugar na Igreja, fez experiência religiosa em vários mosteiros da Palestina e Ásia Menor, até que, ao passar o tempo num Carmelo, entrou na ordem consagrada a Nossa Senhora, a família Carmelita.
Da Itália foi para a Sicília, e já sacerdote, fez um belo trabalho apostólico.
Um homem dócil e corajoso. Certa vez, ao pregar, deparou-se com a graça da conversão de uma mulher que vivia no adultério com um senhor de muitas posses. Ela se abriu ao Evangelho, mas ele não. E este, mandou assassinar Santo Ângelo, que foi morto após uma pregação com apenas 34 anos.
Santo Ângelo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 4 de maio de 2015

ANIVERSÁRIO DE TEREZINHA
DENTRO DO CLIMA RELIGIOSO COMEMORAMOS O ANIVERSÁRIO DE TEREZINHA 
REZANDO O TERÇO COM O NOSSO GRUPO DE ORAÇÃO "NOSSA SENHORA APARECIDA"

TEREZINHA  (Foto Washington José)

  (Foto Washington José)

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  HORA DE APAGAR AS VELINHAS (Foto Washington José)

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OBRIGADO MAIS UMA VEZ PELOS
 VINTE E CINCO MIL ACESSOS

BUUUUUUUMMMMM!!!!!!!
(Img.WEB)
CARIOCA OU FLUMINENSE ?


"A Carioca", pintura de 1882 de Pedro Américo

Histórico do gentílico


No período colonial (século 16 - século 18), os nascidos na cidade do Rio de Janeiro eram conhecidos por duas denominações: "carioca", devido ao Rio Carioca1 , que era o rio que fornecia água potável à população (aqueles que "bebiam das águas do Carioca", isto é, os moradores da cidade do Rio de Janeiro, eram chamados de "cariocas"); e "fluminense", numa referência ao termo latino flumen, que significa "rio", em alusão ao "Rio" dos nomes da cidade e da capitania do Rio de Janeiro2 .
Em 1834, através do Ato Adicional à Constituição de 1824, o município do Rio de Janeiro se separou da Província do Rio de Janeiro para constituir o Município Neutro, com administração vinculada diretamente à corte imperial brasileira. O termo "carioca" foi, então, reservado para ser o gentílico do novo município, enquanto que o termo "fluminense" continuou a ser o gentílico da Província do Rio de Janeiro3 .
Em 1891, após a Proclamação da República do Brasil em 1889, o Município Neutro transformou-se no Distrito Federal e a província do Rio de Janeiro transformou-se no estado do Rio de Janeiro. Em 1960, com a mudança da capital do país para Brasília, o antigo Distrito Federal tornou-se o estado da Guanabara. Com a fusão do estado da Guanabara com o estado do Rio de Janeiro, em 1975, os cariocas passaram a ser um subgrupo dos fluminenses.

Etimologia

O termo "carioca" é, com certeza, de origem tupi. Seu significado, no entanto, é controverso. Existem várias teorias a respeito:
  • significa "casa de homem branco", pela junção de kara'iwa ou kari' (homem branco) + oka (casa)4 .
  • é o nome de uma antiga aldeia tupinambá que existia no sopé do Outeiro da Glória, em uma das duas fozes do Rio Carioca, na região do atual bairro da Glória. Mais exatamente, a aldeia se chamava Kariók ou Karióg e foi mencionada pelo escritor francês Jean de Léry, que fez parte da expedição francesa que implantou a França Antártica na região, no século XVI5 6 . Segundo esta versão, o nome "carioca" viria dos termos tupis kariîó ("índio carijó") e oka ("casa"), significando "casa de índio carijó"7 .
  • No século XVI, os índios tupinambás que dominavam a região da Baía de Guanabara teriam apelidado os invasores portugueses de akari (termo tupi para uma espécie de peixe, ocascudo) devido ao fato de as armaduras dos portugueses se assemelharem às típicas placas que revestem esse peixe. Com a segunda expedição portuguesa à Baía de Guanabara, em 1503-1504, liderada por Gonçalo Coelho, foi construída, pelos portugueses, em uma das foz do Rio Carioca, na atual Praia do Flamengo, uma casa de pedra que os índios tamoios chamaram de akari oka, "casa de homem branco"8 . Tal casa, que funcionava como uma feitoria, foi desativada por Cristóvão Jaques em 15169 .
  • O nome "carioca" pode provir do nome de uma tribo indígena. Felisbello Freire, na sua obra História Territorial do Brazil10 , menciona duas tribos indígenas em guerra na localidadebaiana de Toco, que teriam sido pacificadas por tropas de Jeremoabo (ou Geremoabo, na época do autor): os Mungurus e os Cariocas. Isso quer dizer que existia uma tribo indígena no Brasil com o nome de "carioca" (o autor se fundamenta na fonte "Mem. dos Limites de Sergipe e Bahia").
  • Dicionário Aurélio indica a existência de uma tribo indígena denomina "carii", que habitava a região da atual cidade de Niterói4 . Segundo esta versão, "carioca" poderia significar "casa de carii" (carii + oka).
  • Origem: Wikipédia.

sábado, 2 de maio de 2015

O AMÉRICA É BI CAMPEÃO ESTADUAL DE 2015Resultado de imagem para simbolo do america rn
ABC 0X1 AMÉRICA
 
Poderia ter sido gol do Max, do Pardal, mas eu fui premiado com o gol. Deus sabe o que faz. Depois de dois anos aqui (no ABC), vim para o rival e estou me dando bem. Aquela comemoração veio do nosso samba no vestiário. Eu e o Gilmar brincamos muito antes dos jogos. Eu não pude comemorar com o Gilmar porque ele estava do outro lado, mas ele sabe que a comemoração foi para ele - disse o zagueiro após a conquista do título.Flávio Boaventura América-RN medalha título (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)
Boaventura recebe medalha após marcar gol do título do América-RN (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)

A PARTIDA FOI REALIZADA NOS DOMÍNIOS DO ABC FC MAS DEU AMÉRICA-RN 1X0 ABC

Flávio Boaventura América-RN comemora gol título (Foto: Fabiano Oliveira)
FÁVIO BOA VENTURA DEU O TÍTULO AO AMÉRICA DE NATAL-RN
Flávio Boaventura comemora gol de cabeça para o América-RN na final (Foto: Fabiano Oliveira)



Boaventura foi uma das contratações mais comentadas do futebol potiguar nesta temporada. O ex-defensor do ABC foi recebido com protestos pelos torcedores alvirrubros depois de ter publicado, no fim do ano passado, uma foto em que segura um cartaz ironizando o rebaixamento do Mecão para a Série C do Campeonato Brasileiro.

Flávio Boaventura América-RN gol final (Foto: Fabiano de Oliveira)
Flávio Boaventura sobe sozinho na área, completa o cruzamento e faz o gol do título (Foto: Fabiano de Oliveira)

Flávio Boaventura defendeu a camisa do rival ABC entre 2012 e 2013, e retornou a Natal depois de uma passagem pelo Paços de Ferreira, de Portugal. América-RN ergue a taça do Campeonato Potiguar (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)
América-RN ergue a taça do Campeonato Potiguar (Foto: Augusto Gomes/GloboEsporte.com)

Após ser vice-campeão com a camisa alvinegra há três anos, o zagueiro não escondia a vontade de levantar a taça na casa do ex-clube.
 


Fonte: G1
 
ADEMILDE FONSECA
Cantora norteriograndense que marcou época na música brasileira.
A RAINHA DO CHORINHO CANTADO.
 
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(Img.WEB)

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Ademilde Fonseca Delfino nasceu em Macaíba-RN, no dia 4 de março de 1921 — mudou-se para o Rio de Janeiro em  27 de março de 2012. Ela era mais conhecida como Ademilde Fonseca, foi uma cantora de chorinho fez muito sucesso no Brasil. Suas interpretações a consagraram como a maior intérprete do choro cantado, sendo considerada a "Rainha do choro".


                                                                                                                          (Img.WEB)

Trabalhou por mais de dez anos na TV Tupi e seus discos renderam mais de meio milhão de cópias. Além de fazer sucesso em terras nacionais, regravou grandes sucessos internacionais e se apresentou em outros países.


 
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Ademilde Fonseca faleceu no Rio de Janeiro aos 91 anos, foi sepultada no Cemitério de São João Batista.

Resultado de imagem para ademilde fonseca biografiaTudo começou quando Ademilde Fonseca foi fazer um teste com o Renato Murce na Rádio Clube do Brasil. Cantou o samba Batucada em Mangueira, do repertório da Odete Amaral, acompanhada pelo Benedito Lacerda, e passou; desde então eles ficaram amigos, e passaram a cantar juntos em clubes e festas particulares.

Ademilde Fonseca Delfino nasceu em Pirituba, Macaíba-RN, em 4 de março de 1921. Ademilde é uma cantora brasileira. Suas interpretações a consagraram como a maior intérprete do choro cantado, sendo considerada a "Rainha do choro".

Ademilde nasceu na localidade de Pirituba, no município de Macaíba, no estado do Rio Grande do Norte.

Aos quatro anos de idade, foi viver com a família em Natal (RN) onde morou até o início da década de 1940. Desde criança gostava de cantar.

Ainda na adolescência, começou a se interessar pelas serestas e travou conhecimento com músicos locais.

Pouco mais tarde se casou com um desses seresteiros, Naldimar Gedeão Delfino. Com ele se mudou para o Rio de Janeiro em 1941.

Seu nome oficial mudou sofreu duas alterações ao longo da vida. Foi registrada como Ademilde Ferreira da Fonseca.

Ao casar com o violonista Naldimar Gideão Delfino mudou o nome para Ademilde Fonseca Delfino.

Ao separar-se de Naldimar, adotou o nome artístico de Ademilde Fonseca como seu nome documental.

Recebeu do instrumentista Benedito Lacerda o título de "Rainha do chorinho".



Ademilde trabalhou por mais de dez anos na TV Tupi e seus discos renderam mais de meio milhão de cópias. Além de fazer sucesso em terras nacionais, regravou grandes sucessos internacionais e se apresentou em outros países.

Ademilde continua na ativa, fazendo shows, criadora do choro cantado também foi a primeira cantora nordestina a encantar o país com esse gênero gracioso, brejeiro e bastante difícil de ser cantado.

Ademilde Fonseca tirou de letra aqueles intervalos criados normalmente para serem executados por instrumentos, que não têm as limitações da escala vocal. Com um aparelho vocal para lá de privilegiado, ela ainda conseguiu manter uma dicção impecável e clara em suas interpretações.

Rainha do Choro com toda justiça, Ademilde completou este ano 88 anos muito bem vividos.

Em 2001 Ademilde, por conta de seu aniversário, foi recebida na Rua do Choro, com direito a um recital dos chorões locais. E em Pirituba, lugarejo próximo a Natal (RN), onde nasceu, uma praça foi batizada com seu nome. Ela aproveitou a viagem a sua terra e abriu o Projeto Seis e Meia em Natal, no Teatro Alberto Maranhão.

Em 1942, quando tinha 21 anos de idade, Ademilde, que já morava no Rio, decidiu cantar durante uma festa, acompanhada por Benedito Lacerda e seu regional, uma música que conhecia desde criança: o choro Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu.

Acabou sendo levada aos estúdios de gravação para registrar a tal façanha. Sucesso total. A partir daí, vieram outros lançamentos imortais, como Apanhei-te Cavaquinho, Urubu Malandro (com letra), Rato, Rato, Teco-Teco, Pedacinhos do Céu, Acariciando, além de Brasileirinho e do baião Delicado. Essas duas últimas acabaram rodando o mundo em sucessivas regravações internacionais. Ademilde teve algumas chances de se apresentar fora do país. Em 52, cantou em Paris, numa festa dada por Assis Chateaubriand aos vips locais, e, em 84, abriu o carnaval brasileiro de Nova York.

Ela ainda atuou muitos anos nas rádios Tupi e Nacional
até o fechamento dessa última, em 1964. Depois, chegou
a defender um belo choro de Pixinguinha e Hermínio Bello de Carvalho (Fala Baixinho) no II Festival Internacional da Canção da TV Globo, em 1967, e teve um expressivo revival nos anos 70 com apresentações concorridas no Teatro Opinião, gravando dois novos discos.

Chegou a pensar em se aposentar, mas nunca a deixaram abandonar a música. Claro, ela é única no estilo que consagrou. Ademilde diz que só não foi mais longe por pura acomodação. E que só recentemente se deu conta de seu valor e de que ninguém jamais cantou choro como ela. Ao mesmo tempo, a cantora não estranha as novas tendências musicais como o funk e o rap. Acha tudo muito natural, parte das mudanças que a música veio sofrendo ao longo dos tempos.

Aliás, serenidade é uma boa palavra para definir o jeito de Ademilde, embora ela seja uma pessoa muito ativa. Não pára em casa e está sempre atenta às novidades do mundo via TV. Romântica, porque ninguém é de ferro, ela admite que não resiste a vozes como as de Orlando Silva e Lucho Gatica.

Em entrevista ao Cliquemusic (2001) Ademilde disse: "É uma música falada e não cantada que está dominando atualmente. São ligeirinhas as palavras, as letras falam sempre de uma história daquele momento, do morro, da cidade, da vida política... Tudo em música é válido. A gente não pode pichar, porque está tudo dentro do contexto da nossa atualidade. Saiu de moda o culto à voz, o cantor de boa voz parece que não vai para frente. Hoje o pessoal prefere mais assistir a uma menina nuazinha, com o corpo quase todo de fora, dizendo letras como "Dói, um tapinha não dói"... (risos) Mas é o sinal da mudança dos tempos".


Fonte: R7 TV


 


 
 
HOMENAGEM PÓSTUMA
MISSA DE 30 DIAS DO SR. ROCHA ONTEM DIA 01 DE MAIO DE 2015 
NA IGREJA DA COHABNAL EM PARNAMIRIM-RN

SR. ROCHA NO TERÇO REZADO PELO PADRE CAIO- O PADRE SANFONEIRO DO BRASIL
 NA CASA DE DONA LOURDES APPARECIDA
Img. Arquiv. do Blog (Foto Washington José)