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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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DE OLHO NO SEGUNDO TURNO PRESIDENCIÁVEIS AMPLIAM ATAQUES MAS POUPAM BOLSONARO




O debate UOL, Folha e SBT com oito candidatos à Presidência da República refletiu nesta quarta-feira (26) a briga apontada nas pesquisas de intenção de voto por uma vaga no segundo turno e viu ampliar o tom ácido nos embates entre os rivais. Líder nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL), ausente no evento, foi quase ignorado pelos adversários. 
Internado após um ataque a faca sofrido no último dia 6, durante agenda em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro não compareceu. Ciro Gomes (PDT), que passou por um procedimento cirúrgico na próstata nesta terça (25), seguiu direto do hospital Sírio Libanês, na capital paulista, para os estúdios da emissora, em Osasco (Grande SP). Além do pedetista, participaram do evento Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB) e Marina Silva (Rede).





GLEISI CONTRARIA HADDAD E DEFENDE INDULTO A LULA



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Irineu Machado, gerente-geral de Notícias
Em entrevista exclusiva aos repórteres do UOL Luiz Alberto Gomes e Nathan Lopes, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, disse não ver "problema nenhum" em uma eventual concessão de indulto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tirando-o da prisão. O candidato do partido à Presidência da República, Fernando Haddad, disse antes que, caso eleito, não vai conceder o indulto. "Vamos respeitar a decisão do presidente. Se ele não quer, nós vamos aceitar. Mas não haveria problema nenhum em fazê-lo”, disse Gleisi, que vê Lula foi "alvo de perseguição". "Por que o Lula está preso? Para não ser candidato a presidente, para não governar de novo esse país. É uma sacanagem isso", afirmou.
Fonte: Giro UOL

  

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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PESQUISA IBOPE MOSTRA BOLSONARO COM 28% E HADDAD COM 22%


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Por: Irineu Machado, gerente-geral de Notícias

Pesquisa do instituto Ibope divulgada na noite desta segunda-feira traz Jair Bolsonaro (PSL) estacionado com 28% das intenções de voto e Fernando Haddad (PT) subindo três pontos em relação à pesquisa anterior, chegando agora a 22%.

Pouco antes da divulgação da pesquisa, com o mercado ainda afetado pelos desdobramentos da campanha eleitoral para a Presidência e investidores atentos à divulgação de pesquisas de intenção de voto, o dólar voltou a subir, depois de três quedas seguidas. A cotação comercial da moeda norte-americana fechou a segunda-feira valendo R$ 4,088 na venda. O Ibovespa teve a maior queda em quase duas semanas, com desvalorização de 1,84%.

Quem assumiu a Presidência temporariamente nesta segunda-feira foi o ministro José Antonio Dias Toffoli (presidente do Supremo Tribunal Federal), devido a uma viagem do presidente Michel Temer ao exterior. Em uma cerimônia no Palácio do Planalto, Dias Toffoli fez discurso falando em valorizar a política e o Congresso Nacional, citando que são "fundamentais para a democracia". Toffoli já havia falado em respeito à democracia em entrevista publicada hoje pela Folha de S.Paulo, em que ele afirmou que qualquer resultado das urnas será respeitado.

Sobre a entrevista do ministro, o jornalista Leonardo Sakamoto, blogueiro do UOL, dá sua visão: "Quando o STF diz que as urnas serão respeitadas, é porque a democracia já encolheu". O candidato Jair Bolsonaro, líder nas pesquisas para presidente, prepara um "manifesto à Nação" sobre democracia, misoginia e racismo.




PROMESSAS DE CAMPANHA 
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2018




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HADDAD

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) traz como uma de suas prioridades a revogação da reforma do ensino médio, aprovada no ano passado, durante o governo de Michel Temer. O documento promete que, se eleito, "o governo Haddad irá elaborar um novo marco legal [para o ensino médio] em diálogo com a comunidade educacional, organizações estudantis e toda sociedade






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"Haddad promete revogar reforma do ensino médio"


  

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domingo, 23 de setembro de 2018

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PROMESSAS DE CAMPANHA 
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2018




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HADDAD

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) traz como uma de suas prioridades a revogação da reforma do ensino médio, aprovada no ano passado, durante o governo de Michel Temer. O documento promete que, se eleito, "o governo Haddad irá elaborar um novo marco legal [para o ensino médio] em diálogo com a comunidade educacional, organizações estudantis e toda sociedade






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sábado, 22 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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CANDIDATOS NÃO PODERÃO SER PRESOS ATÉ O DIA DA ELEIÇÃO

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A partir de hoje (sábado), (22), nenhum dos candidatos às eleições deste ano poderá ser preso ou detido, a menos que seja flagrado cometendo crime. A chamada imunidade eleitoral de candidatos está prevista no Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) e começa a valer 15 dias antes da eleição (7 de outubro).

A imunidade garante ao candidato o direito ao pleno exercício da democracia, impedindo que ele seja afastado da disputa eleitoral por prisão ou detenção que possa ser posteriormente revista.

— Na verdade, é uma forma de garantir a normalidade das eleições. Antigamente era comum a autoridade policial estar a serviço de determinada candidatura e fazer prisões arbitrárias para impedir que eleitores apoiassem opositores. Por isso, essa garantia eleitoral se estabelece em torno não só dos candidatos, mas até mesmo dos eleitores — explica o advogado eleitoral e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Eduardo Alckmin.

Ele esclarece ainda que, mesmo em caso de prisão ou detenção por flagrante delito, o candidato continuará na disputa, uma vez que a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/2010) proíbe apenas candidaturas de pessoas condenadas em segunda instância por órgão colegiado (tribunal).

— Enquanto ele não for condenado, ele está elegível. Uma mera prisão preventiva, antes de uma condenação de órgão colegiado de segundo grau, não impede que ele continue a concorrer com os demais candidatos — acrescenta Alckmin.


Neste ano, mais de 27 mil candidatos concorrem aos oito cargos eletivos: Presidência da República e vice, governador e vice, Câmara dos Deputados e assembleias legislativas, além das duas vagas para o Senado.
Fonte: Senado Notícias


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HADDAD

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) traz como uma de suas prioridades a revogação da reforma do ensino médio, aprovada no ano passado, durante o governo de Michel Temer. O documento promete que, se eleito, "o governo Haddad irá elaborar um novo marco legal [para o ensino médio] em diálogo com a comunidade educacional, organizações estudantis e toda sociedade






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