quinta-feira, 20 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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PROMESSAS DE CAMPANHA 
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2018




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HADDAD

O programa de governo de Fernando Haddad (PT) traz como uma de suas prioridades a revogação da reforma do ensino médio, aprovada no ano passado, durante o governo de Michel Temer. O documento promete que, se eleito, "o governo Haddad irá elaborar um novo marco legal [para o ensino médio] em diálogo com a comunidade educacional, organizações estudantis e toda sociedade






PROPOSTA
"Haddad promete revogar reforma do ensino médio"


  

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

ELEIÇÕES 2018

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CHANCES DE 2° TURNO ENTRE BOLSONARO E HADDAD AUMENTARAM
No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%.

Foto: Isto É



Daniel Bramatti e Daniel Weterman
O crescimento de Fernando Haddad (PT) na semana que foi oficializado como candidato do PT à Presidência aumentou as chances de um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e o petista, afirma a diretora executiva do Ibope Inteligência, Marcia Cavallari.


Haddad cresce 11 pontos e se isola no segundo lugar; Bolsonaro mantém liderança segundo ibope.

Na pesquisa divulgada pelo instituto há pouco, Haddad cresceu 11 pontos em relação ao levantamento apresentado no último dia 11, indo de 8% para 19% das intenções de voto e se isolando em segundo lugar. Bolsonaro continua liderando o cenário, com 28% - ele tinha 26% há uma semana.
"Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari ao Estadão/Broadcast Político.
No cenário em que os dois se enfrentam na segunda etapa da eleição, há um empate: 40% a 40%.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores de 16 a 18 de setembro em 177 municípios. A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.

Presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro oscila dois pontos para cima e permanece na frente, diz pesquisa encomendada pelo 'Estado' e TV Globo
quarta pesquisa Ibope/Estado/TV Globo desde o início oficial da campanha eleitoral nas eleições 2018 revela que o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, subiu 11 pontos porcentuais em uma semana e se isolou na segunda colocação, com 19%, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que oscilou dois pontos porcentuais para cima e chegou a 28%.

Chances de 2º turno entre Bolsonaro e Haddad aumentaram, diz diretora do Ibope

A seguir aparece Ciro Gomes (PDT), que se manteve com os mesmos 11% da semana anterior. Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dois pontos para baixo, de 9% para 7%. E Marina Silva (Rede) caiu três pontos, de 9% para 6%.

"Com esse crescimento de Haddad, a probabilidade de haver segundo turno entre ele e Bolsonaro aumentou significativamente, embora não se possa descartar totalmente outros cenários", disse Marcia Cavallari, diretora executiva do Ibope Inteligência.

Foto: Fala! Universidades


A pesquisa divulgada nesta terça, 18, é a primeira do Ibope que capta os efeitos da oficialização de Haddad como candidato do PT, ocorrida no dia 11. Em sua primeira semana como substituto de Luiz Inácio Lula da Silva - condenado e preso na Operação Lava Jato -, ele avançou de 8%, patamar que o colocava em situação de empate técnico com três adversários, para 19%, abrindo oito pontos de vantagem sobre Ciro, seu principal rival na disputa por uma vaga no segundo turno.

O levantamento é também o segundo desde que Bolsonaro foi esfaqueado em Juiz de Fora (MG), quando participava de um evento de campanha. Desde então, ele subiu seis pontos porcentuais, de 22% para 28%.
Os candidatos do PSL e do PT são os dois únicos que apresentaram tendência de alta desde o início da série de pesquisas Ibope, em 20 de agosto.

Segundo turno mostra empate têcnico em três dos quatro cenários
As simulações de segundo turno mostram empate técnico em três dos quatro cenários testados pelo Ibope. Os dois primeiros colocados nas intenções de voto no primeiro turno, Bolsonaro e Haddad, teriam 40% cada em um confronto direto, caso ocorresse hoje.

Em um embate com Ciro Gomes, o candidato do PSL teria 39%, contra 40% do pedetista.
Como a margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos, trata-se de empate técnico. O mesmo valeria para um duelo entre Bolsonaro e Alckmin (38% a 38%). A única que perderia para o candidato do PSL fora da margem de erro é Marina, que teria 36% dos votos, ante 41% de Bolsonaro.

No quesito rejeição, Bolsonaro manteve a primeira colocação, com 42%, praticamente o mesmo resultado da semana anterior (41%). Haddad, à medida que fica mais conhecido, ganha simpatizantes e também desperta mais repúdio: cresceu de 23% para 29% a parcela de eleitores que não votaria no petista de jeito nenhum.

No bloco inferior da lista de candidatos, Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) ficaram com 2% das preferências na pesquisa estimulada de primeiro turno. Cabo Daciolo (Patriota) teve 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
O Ibope foi às ruas entre os dias 16 e 18 de setembro. Foram entrevistadas 2.506 pessoas em 177 municípios. A margem de erro estimada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que há 95% de chance de os resultados refletirem o atual momento eleitoral. A pesquisa foi contratada pelo Estado e pela TV Globo. O registro no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-09678/2018.
Fonte: Terra




PROMESSAS DE CAMPANHA 
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2018



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ALCKMIN

As promessas de Alckmin: redução de homicídios e unificação da Previdência
Diretrizes do candidato tucano à presidência antecipam quatro metas do plano de Governo.
Entre elas: derrubar taxa de assassinatos de 30 para 20/100.000 e crescer 50 pontos no Pisa
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) prevê lançar seu plano de Governo nos próximos dias, mas suas diretrizes gerais, protocoladas na homologação de sua candidatura, já estabelecem ao menos quatro metas claras para uma possível gestão tucana no Palácio do Planalto a partir de 2019. Em meio a promessas de priorizar políticas de desenvolvimento econômico no Norte e no Nordeste — as duas únicas regiões mencionadas nas diretrizes — e de "criar a Guarda Nacional como polícia militar federal apta a atuar em todo o território nacional", estão metas palpáveis, como reduzir a taxa de homicídios para 20 por 100.000 habitantes e "crescer 50 pontos em 8 anos no PISA — o mais importante exame internacional de avaliação do ensino médio". 






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"As promessas de Alckmin: redução de homicídios e unificação da Previdência"


  

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

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ALCKIMIN

Em seu programa de governo, a candidata Marina Silva (Rede), afirma que irá fortalecer "a política de controle de armas, com efetiva responsabilização pelo uso e porte ilegal, desvio e tráfico.
Para isso, a candidata se compromete a melhorar os sistemas de controle de fabricação, registro e rastreamento de armas e munições, integrando as informações com acesso aos órgãos de investigação.
Fonte: UOL Notícias







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"Marina Silva promete endurecer
 controle de armas no país"


  

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domingo, 16 de setembro de 2018

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ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2018

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BOLSONARO
O que o candidato prometeu O candidato Jair Bolsonaro (PSL), em seu programa de governo, propõe: "Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores. 
Assim, todo jovem que ingresse no mercado de trabalho poderá escolher entre um vínculo empregatício baseado na carteira de trabalho tradicional (azul) -- mantendo o ordenamento jurídico mantendo o ordenamento jurídico atual --, ou uma carteira de trabalho verde e amarela (em que o contrato individual prevalece sobre a CLT, mantendo todos os direitos constitucionais.
Fonte: UOL Política






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"Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarelas"


  

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sábado, 15 de setembro de 2018


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BOLSONARO
O que o candidato prometeu O candidato Jair Bolsonaro (PSL), em seu programa de governo, propõe: "Criaremos uma nova carteira de trabalho verde e amarela, voluntária, para novos trabalhadores. 
Assim, todo jovem que ingresse no mercado de trabalho poderá escolher entre um vínculo empregatício baseado na carteira de trabalho tradicional (azul) -- mantendo o ordenamento jurídico mantendo o ordenamento jurídico atual --, ou uma carteira de trabalho verde e amarela (em que o contrato individual prevalece sobre a CLT, mantendo todos os direitos constitucionais.
Fonte: UOL Política






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